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Ano da safra: 2008/09 | Categoria: Proteção de plantas
Autor: Edson R. de Andrade Junior

Uso do regulador de crescimento no tratamento de semente do algodoeirocom diferentes materiais em Primavera do Leste - MT

O objetivo deste trabalho foi avaliar a efeito de doses do regulador de crescimento, cloreto de mepiquat, no tratamento de semente de algodão em diferentes genótipos em condições de campo, visando controlar o crescimento da planta desde a emergência. O delineamento foi de blocos ao acaso em esquema fatorial 16 X 4 (16 genótipos e 4 doses de regulador), com 4 repetições, onde cada parcela era constituída de 4 linhas de 12 metros com espaçamento entre linha de 0,45 m. O tratamento de semente foi realizado primeiramente com o regulador nas doses testadas, em seguida as sementes foram secas na sobra por 24 horas, após esse período foi realizado o tratamento fungicida/inseticidas e secas novamente em sobra por 24 horas. Foram realizadas 3 avaliações aos 12, 25 e 44 dias após a emergência, onde foi avaliada a altura de 5 plantas previamente marcadas em cada parcela. O tratamento de semente com cloreto de mepiquat nas doses de 3, 6 e 9 g i.a./Kg de semente pode ser utilizado como ferramenta no controle da altura do algodoeiro, sendo que o aumento da dose de regulador ocasionou uma redução proporcional da altura das plantas.

Ano da safra: 2009/10 | Categoria: Fitopatologia
Autor: Rafael Galbieri

Reação de genótipos de algodoeiro a doenças e nematóides

Doenças e nematóides constituem um dos principais problemas enfrentados pelos produtores de algodão no estado de Mato Grosso. A medida de controle mais eficiente e sustentável de doenças na cultura é a utilização de genótipos resistentes.

Assim, fica evidente a necessidade de eficiente classificação desses materiais, tanto no nível de cultivar – fornecendo informação direta ao produtor – como de linhagem, dentro de programas de melhoramento genético dessa cultura. O projeto teve como objetivo: a) avaliação da reação de cultivares de algodoeiro, mais plantadas no estado de Mato Grosso, à mancha de Ramularia, doença azul, mosaico das nervuras atípico, ramulose, mancha-angular, murcha de fusarium, Meloidogyne incognita e Rotilenchulus reniformis; b) dar suporte em fitopatologia (isolamento, multiplicação de inóculo, inoculação, avaliação da reação de genótipos de algodoeiro a doenças e nematóides) em programas de melhoramento do IMA, EMBRAPA e IAC na busca de Resistência Múltipla a Doenças. O total de caracterizações para doenças e nematóides realizadas no projeto, foram de aproximadamente 4.159, compreendendo oito patógenos.

Observou-se grande variação entre os genótipos avaliados, situação mais confortável, no que diz respeito à resistência, foi relatado para a mancha angular e doença azul, em condição intermediária estão a murcha de fusarium, mosaico das nervuras atípico e tolerância a M. incognita, já em pior situação estão as doenças de mancha de ramularia, ramulose e resistência de genótipos a nematóides. Também no projeto foram inoculados patógenos causadores da mancha angular e mancha de ramulária em aproximadamente 11.000 plantas (populações segregantes do programa de melhoramento do IMA) com seleção de 15-20 % com níveis de resistência as duas doenças.

Ano da safra: 2009/10 | Categoria: Tencologia de sementes
Autor: Sheila Fanan

Qualidade física, genética e fisiológica de sementes

Semente de boa qualidade – física, fisiológica, sanitária e genética – é fundamental para o sucesso de um programa de melhoramento de plantas, já que semente de qualidade superior garante stand adequado com reflexos diretos na produtividade, caso contrário, todo o processo pode ser comprometido. Uma das metodologias mais empregadas para a avaliação da qualidade das sementes é o teste de germinação. Sendo assim, o projeto referente ao ano de 2009/2010 teve a finalidade de avaliar a qualidade física e fisiológica de sementes dos programas de melhoramento genético do IMAmt, de algodão, soja e oleaginosas e de beneficiar e produzir sementes genéticas de soja do IMAmt. Para a análise da qualidade física e fisiológica foram realizados os testes de pureza, germinação, emergência em areia e emergência em campo. O beneficiamento envolveu etapas de recepção de sementes, limpeza, secagem, ensacamento, finalizando com o armazenamento em câmara fria.

Ano da safra: 2007/08 | Categoria: Melhoramento genético
Autor: Rogério Oliveira de Sá

Pesquisa e desenvolvimento de espécies oleaginosas no cerrado mato-grossense

O objetivo do projeto de pesquisa foi observar e avaliar a cultura do Girassol, Mamona, Cártamo, Crambe e Gergelim, caracterizadas como oleaginosas, pelo potencial de produção de óleo, em três regiões divergentes, do cerrado matogrossense. Foram instalados faixas demonstrativas em 3 regiões do cerrado mato-grossense, sendo estas, Rondonópolis, Primavera do Leste, e Nova Ubiratã, em diferentes datas de semeadura, entre março e maio. Nas condições em que o trabalho foi conduzido e pelos resultados observados, o girassol e o cártamo, dentre as culturas cultivadas e avaliadas no ano de 2008, no projeto conduzido pelo IMAmt, são as culturas que apresentam um grande potencial a médio prazo para se tornarem opções de culturas oleaginosas, para o cultivo no cerrado mato-grossense.
Ano da safra: 2009/10 | Categoria: Melhoramento genético
Autor: Erica Tiemi Mine

Pesquisa e desenvolvimento da cultura do arroz e plantas de cobertura.

A diversificação do sistema de cultivo, empregando espécies com papel específico (formação de matéria orgânica, reciclagem de elementos lixiviados, fixação de nitrogênio, alelopatia etc) é uma chave para a sustentabilidade da agricultura nos cerrados. Portanto, foram avaliadas as plantas: Colza, Stylosantesspp., Amaranthus spp., Crotalaria spp., Centrosema (Centrosema pascuorum), com o objetivo de avaliar  produtividade de grãos e biomassa para desenvolver tecnologias novas de interesse para os sistemas de cultivos do produtores de algodão do Mato Grosso, reunidos na AMPA. No cerrado, a produção de arroz de sequeiro foi tradicionalmente uma cultura de abertura de terras. À medida que a frente pioneira se estabiliza, a cultura do arroz tem que ser encarrada como uma planta entrando no sistema de cultura com soja, algodão, milho etc. O programa SEBOTA gerou vários materiais de qualidade e ampla adaptabilidade aos sistemas de plantio direto. O projeto visou principalmente avaliar variedades de arroz SEBOTA em uma rede de ensaios VCU no Mato Grosso, e iniciar a multiplicação das melhores linhas.

Ano da safra: 2009/10 | Categoria: Melhoramento genético
Autor: Alberto Francisco Boldt

Melhoramento genético de soja

No ano agrícola de 2009/10, foram conduzidos ensaios com o objetivo de avaliar o desempenho das linhagens de soja do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt). Foram conduzidos 12 ensaios de Avaliação Final em Primavera do Leste (Campo Experimetal do Instituto Mato-grossense do Algodão), Pedra Preta (Fazenda Farroupilha), Nova Ubiratã (Escola Estadual Eugenio Antonio Pinesso) e Sorriso (Estação Experimental da Sementes Petrovina). Cada ensaio foi constituído por 32 tratamentos (linhagens e variedades testemunhas). O delineamento experimental utilizado foi o blocos casualizados com três (3) repetições. As características avaliadas foram: produção (kg/ha) e número de dias para a maturação. As linhagens avaliadas tiveram um bom comportamento nos ensaios, sendo superiores às testemunhas (variedade comerciais) e apresentaram caracterísiticas adequadas para as localidades onde foram estudadas. As melhores linhagens dos ensaios finais (VCU), em torno de 26, estão aptas para serem avaliadas em áreas de produtores e como futuras cultivares para o Mato Grosso. As seguintes linhagens foram identificadas como promissoras: BCR IMA 05 1396 12; IMA 04 356; AO MARROM; BCR IMA 05 1348 3; IMA 05 11138; IMA 05 9165; IMA 05 9299; IMA 05 10019; IMA 712; IMA 05 8150; IMA 04 335; IMA 04 2285; IMA 05 13; IMA 04 418; IMA 04 447; IMA 03 1749; IMA 04 60 CINZ; IMA 04 431; IMA 04 532; IMA 05 2909; IMA 05 603; IMA 05 4238; IMA 04 1410; IMA 05 602; IMA 05 638 e IMA 03 1599.

Ano da safra: 2008/09 | Categoria: Melhoramento genético
Autor: Alberto Francisco Boldt

Melhoramento genético de soja

Com o objetivo de avaliar o desempenho de linhagens de soja do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) foram conduzidos 40 ensaios comparativos de linhagens nos municípios de Primavera do Leste, Pedra Preta e Lucas do Rio Verde. Em Primavera do Leste os ensaios foram conduzidos no Campo Experimental do Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) e em Pedra Preta e Lucas do Rio Verde, nas fazendas Farroupilha (Serra da Petrovina) e Boa Esperança, respectivamente. As linhagens são originadas do programa de melhoramento da BS Genética e Melhoramento com sede em Rondonópolis MT. Foram realizados dois tipos de ensaios: Ensaio de Avaliação Final (VCU) e Ensaio de Avaliação Intermediária. Ambos constituídos por dois tipos de linhagens: convencionais e tolerantes ao glyphosate (RR). Cada ensaio foi constituído por 32 tratamentos (linhagens e variedades testemunhas). O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados com três (3) repetições. A parcela experimental foi constituída por quatro (4) linhas de cinco (5) metros de comprimento, sendo a parcela útil composta por duas (2) fileiras centrais de quatro (4) metros. As características avaliadas nos ensaios foram: Altura de planta (cm), Altura de inserção da primeira vagem (cm), Cor da flor, Cor da pubescência, Míldio, Grau de acamamento, Haste verde, Dias para floração, Dias para Maturação e Produtividade (kg/ha). As linhagens avaliadas tiveram um bom comportamento nos ensaios, sendo superiores às testemunhas (variedade comerciais) e apresentaram características adequadas para o cultivo nas localidades onde foram avaliadas.

Ano da safra: 2008/09 | Categoria: Proteção de plantas
Autor: Edson R. de Andrade Junior

Influência do número de aplicações de fungicidas no controle de ramulária em duas cultivares de algodoeiro, em Campo Verde - MT

O objetivo deste trabalho foi avaliar o número de aplicações de fungicida no controle de ramulária em dois cultivares de algodoeiro, um susceptível e um moderadamente resistente, em condições de campo.O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema fatorial 2X7, 2 cultivares (DeltaOpal suscetível e BRS Buriti moderadamente resistente a ramulária) e 7 tratamentos (testemunha, 1 aplicação, 2 aplicações até 6 aplicações), com 4 repetições, sendo cada uma representada por 4 linhas de 10 m. Foram realizadas até 6 aplicações, variando de acordo com os tratamentos, espaçadas em 15 dias. Foram realizadas 7 avaliações baseadas em escala de notas de 1 a 5 crescentes com a severidade dos sintomas, uma antes de cada aplicação e uma final realizada 15 dias após a última aplicação. Na avaliação final observou-se que para a variedade susceptível foram necessárias 5 aplicações de fungicidas para atingir os menores índices de severidade, enquanto que para a variedade moderadamente resistente foram necessárias apenas 3 aplicações para atingir o menor nível de severidade de ramulária.

Ano da safra: 2008/09 | Categoria: Proteção de plantas
Autor: Edson R. de Andrade Junior

Influência do número de aplicações de fungicidas no controle de ramulose no algodoeiro, em Primavera do Leste – MT

A ramulose (Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides) é uma das principais doenças  na cultura do algodoeiro, com isso o objetivo do trabalho foi avaliar o número de aplicações de fungicida no controle dessa doença em dois cultivares de algodoeiro sob condições de campo. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema fatorial 2X4, 2 cultivares (CD 02-621 suscetível e IAC 25 RMD resistente a ramulose) e 4 tratamentos (testemunha, 1 aplicação, 2 aplicações e 3 aplicações de Piraclostrobin), com 4 repetições, cada uma representada por 4 linhas de 6 m. Foi realizada uma inoculação, na concentração de 2 x 106 conídios/mL, 15 dias antes do início das aplicações dos tratamentos. Foram realizadas até 3 aplicações, variando de acordo com os tratamentos, espaçadas em 15 dias. As avaliações (escala de notas de 1 a 5 crescentes com a severidade dos sintomas), 4, foram feitas, uma antes de cada aplicação e uma final realizada 15 dias após a última aplicação. Após análise de variância as médias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Tukey (5%).  Concluiu-se que para a cultivar resistente apenas uma aplicação foi suficiente para o controle de ramulose, já para a suscetível, foram necessárias 3 aplicações para manter a ramulose em níveis aceitáveis (lesão estrelada).

 OBS: Trabalho publicado no Congresso Brasileiro de Fitopatologia/2009.

Ano da safra: 2008/09 | Categoria: Proteção de plantas
Autor: Edson R. de Andrade Junior

Influência do número de aplicações de fungicidas no controle de ramularia no algodoeiro, em Primavera do Leste – MT

A ramularia (Ramularia areola) é a principal doença na cultura do algodoeiro. O objetivo deste trabalho foi avaliar o número de aplicações de fungicida no controle de ramularia em dois cultivares de algodoeiro em condições de campo. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, em esquema fatorial 2X7, 2 cultivares (DeltaOpal suscetível e BRS Buriti moderadamente resistente a ramularia) e 7 tratamentos (testemunha, 1 aplicação, 2 aplicações... até 6 aplicações), com 4 repetições, sendo cada uma representada por 4 linhas de 6 m. Foram realizadas até 6 aplicações, variando de acordo com os tratamentos, espaçadas em 15 dias. Foram realizadas 7 avaliações baseadas em escala de notas de 1 a 5 crescentes com a severidade dos sintomas, uma antes de cada aplicação e uma final realizada 15 dias após a última aplicação. O controle químico proporcionou diminuição da severidade da doença para as duas cultivares. No entanto, na suscetível, a severidade diminuiu linearmente com o aumento do número de aplicações até a quantidade máxima utilizada (6), enquanto a cultivar moderadamente resistente não se observou diminuição da severidade da doença a partir da terceira aplicação de fungicida.

OBS: Trabalho publicado no Congresso Brasileiro de Fitopatologia/2009.

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