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08/05/2010 | Autor: Edson Ricardo de Andrade Junior
Avaliação de inseticidas para controle de pulgão do algodoeiro no sistema adensado

 

Avaliação de inseticidas para controle de pulgão do algodoeiro no sistema adensado
Edson Ricardo de Andrade Junior; Engenheiro agrônomo, pesquisador do Insituto Mato-Grossense do Algodão – IMAmt; Caixa Postal: 149, CEP 78.850-000; Primavera do Leste- MT, e-mail: edsonjunior@imamt.com.br; Trabalho no marco do projeto 124/2007.

 

O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência dos principais inseticidas utilizados no controle de pulgão na cultura do algodoeiro em condições de campo no sistema adensado. O delineamento foi de blocos ao acaso, com 10 tratamentos e 4 repetições, instalado no Campo Experimental do IMAmt em Primavera do Leste – MT. Os tratamentos e doses (Kg ou L/ha) foram: 1- Marshal 400 SC (0,4 L/ha); 2- Marshal 400 SC (0,6 L/ha); 3- Mospilan (0,18 L/ha); 4- Mospilan (0,2 L/ha ); 5- Marshal 400 SC + Polo 500 PM (0,4 + 0,4 L/ha); 6- Marshal 400 SC + Polo 500 PM (0,4 + 0,5 L/ha); 7- Marshal 400 SC + Dissulfan EC (0,4 + 2 L/ha); 8- Marshal 400 SC + Dissulfan EC (0,4 + 2,5 L/ha); 9- Lannate BR (1,2 L/ha); 10- Testemunha (sem inseticida). Os tratamentos Marshal (0,6 L/ha), Mospilan (ambas as doses), Marshal + Polo (ambas as doses) e Marshal + Dissulfan apresentaram bom controle de pulgão até os 10 dias após a aplicação, com mais de 80% de eficiência. Esses resultados demonstram que os inseticidas não sofreram perde de eficiência no sistema adensado.

Avaliação de inseticidas para controle de pulgão do algodoeiro no sistema adensado
08/05/2010 | Autor: Edson Ricardo de Andrade Junior
Controle Químico de Lagarta-das-Maçãs (Heliothis virescens)

 

Controle Químico de Lagarta-das-Maçãs (Heliothis virescens)
Edson Ricardo de Andrade Junior; Engenheiro agrônomo, pesquisador do Insituto Mato-Grossense do Algodão – IMAmt; Caixa Postal: 149, CEP 78.850-000; Primavera do Leste- MT, e-mail: edsonjunior@imamt.com.br; Trabalho no marco do projeto 124/2007.

 

A Lagarta-das-Maçãs é uma das principais pragas do algodoeiro, sendo que a forma de controle mais eficiente é o químico, com isso o objetivo deste experimento foi avaliar a eficiência dos principais inseticidas utilizados para o controle de Lagarta-das-Maçãs. O delineamento foi de blocos ao acaso, com 10 tratamentos e 4 repetições, instalado na Fazenda Floresta em Campo Verde – MT. Os tratamentos testados e suas respectivas doses foram: 1- Pirephós EC (0.6 l/ha); 2- Talstar 100 CE (0.5 l/ha); 3- Avaunt 150 (0.5 l/ha); 4- Dissulfan CE (1.5 l/ha); 5- Lannate BR (1.2 l/ha); 6- Curacron (0.8 l/ha); 7- Match CE (0.8 l/ha); 8- Karate Zeon 250 CS (0.12 l/ha); 9- Fury 200 EW (0.13 l/ha); 10- Testemunha (sem tratamento). Aos 10 dias após a aplicação os tratamentos 1, 2, 3, 6, 7, 8 e 9 apresentaram bom controle da praga alvo (>80%) e diferiram estatisticamente da testemunha, em nenhum dos tratamentos ocorreu fitotoxidade na cultura.
 
Controle Químico de Lagarta-das-Maçãs (Heliothis virescens)
08/05/2010 | Autor: Edson Ricardo de Andrade Junior
Controle Químico de Lagarta Falsa-Medideira (Pseudoplusia includens)

 

Controle Químico de Lagarta Falsa-Medideira (Pseudoplusia includens)
Edson Ricardo de Andrade Junior; Engenheiro agrônomo, pesquisador do Insituto Mato-Grossense do Algodão – IMAmt; Caixa Postal: 149, CEP 78.850-000; Primavera do Leste- MT, e-mail: edsonjunior@imamt.com.br; Trabalho no marco do projeto 124/2007.

 

A Lagarta Falsa-Medideira vem causando grandes danos a cultura do algodoeiro, com isso o objetivo deste experimento foi avaliar a eficiência dos principais inseticidas utilizados no controle de Lagarta Falsa-Medideira em condições de campo. O delineamento foi de blocos ao acaso, com 10 tratamentos e 4 repetições, instalado na Fazenda Mourão em Campo Verde – MT. Os tratamentos testados e suas respectivas doses foram: 1- Polo 500 SC (0.6 l/ha); 2- Avaunt 150 (0.5 l/ha); 3- Talstar 100 CE (0.5 l/ha); 4- Lannate BR (1.2 l/ha); 5- Dissulfan CE (1.5 l/ha); 6- Curacron (0.8 l/ha); 7- Fury 200 EW (0.13 l/ha); 8- Karate Zeon 250 CS (0.12 l/ha); 9- Match EC (0.8 l/ha); 10- Testemunha (sem tratamento). Aos 10 dias após a aplicação, os inseticidas Talstar e Avaunt apresentaram um bom controle de Lagarta Falsa-Medidideira, com mais de 85 % de eficiência; já Curacron, Match, e Fury apresentaram um controle satisfatório da praga alvo, com uma eficiência superior a 75%.
Controle Químico de Lagarta Falsa-Medideira (Pseudoplusia includens)
08/05/2010 | Autor: Edson Ricardo de Andrade Junior
Controle Químico da Lagarta Curuquerê no Algodoeiro

 

Controle Químico da Lagarta Curuquerê no Algodoeiro
Edson Ricardo de Andrade Junior; Engenheiro agrônomo, pesquisador do Insituto Mato-Grossense do Algodão – IMAmt; Caixa Postal: 149, CEP 78.850-000; Primavera do Leste- MT, e-mail: edsonjunior@imamt.com.br; Trabalho no marco do projeto 124/2007.

 

Para o controle da lagarta curuquerê a estratégia predominante é o uso de inseticidas. O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência dos principais inseticidas utilizados no controle da lagarta curuquerê em condições de campo. O delineamento foi de blocos ao acaso, com 10 tratamentos e 4 repetições, instalado no Campo Experimental do IMAmt em Primavera do Leste – MT. Os tratamentos e doses (Kg ou l/ha) foram: 1- Avaunt 150 (0.2); 2- Talstar 100 CE (0.4); 3- Curacron (0.5); 4- Malathion 1000 CE (1.0); 5- Match CE (0.2); 6- Fury 200 EW (0.125); 7- Acefato (0.5); 8- Cartap BR 500 (1.5); 9- Kraft 36 CE (0.2); 10- testemunha (sem inseticida). Os inseticidas Avaunt, Talstar, Match, Acefato, e Kraft apresentaram bom controle de lagarta curuquerê até os 10 dias após a aplicação, com mais de 80% de eficiência e o inseticida Cartap obteve uma eficiência de controle de 100% nas avaliações 7 e 10 dias após a aplicação.
Controle Químico da Lagarta Curuquerê no Algodoeiro